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Educação Física: 20 anos da Profissão



A regulamentação da profissão de Educação Física ocorreu com a promulgação da Lei 9.696, no ano de 1998. Ela estabeleceu uma linha divisória em nosso país no tocante à prática de atividades físicas orientadas e iniciou uma importante mudança em prol da cultura, da vida saudável, da educação e do desenvolvimento humano.


A evolução social, técnica e científica da Profissão nos últimos 20 anos é notória, trazendo como grande ganho a garantia da orientação qualificada no esporte, nas academias, nos treinos físicos diversos, na escola e na promoção da saúde.

Aliás, esta última é a grande força propulsora nos últimos tempos, principalmente aqui no DF que, segundo pesquisa realizada pelo IBGE e Ministério da Saúde em 2017, é a unidade da federação com mais pessoas se exercitando.


Passamos dos modismos e entramos na era da saúde e bem estar, inclusive com o reconhecimento de outros profissionais da saúde, como os médicos, que têm indicado o exercício físico para auxiliar nos tratamentos e, principalmente, para prevenir doenças.

Investir em atividade física tem também um papel importante nas políticas de saúde, porque vai ajudar na diminuição dos gastos em hospitais, planos médicos e na prescrição de medicamentos. Inclui-se aqui também o potencial efeito dela nos casos de depressão, estresse e até mesmo solidão, um “remédio” valioso para as principais doenças psicossomáticas dos dias de hoje.


Mais e mais pessoas entendem a importância do Profissional de Educação Física, cujo reconhecimento do seu protagonismo na promoção da saúde tem aumento cada vez mais. Entretanto, ainda há muito que ser feito.


Há uma parcela da população praticante que inicia suas atividades sem a mínima orientação, ou acabam seguindo conselhos de leigos ou “profissionais” sem formação. Uma situação extremamente arriscada por causa das lesões, dos treinos ineficientes e do risco de morte.

Temos vistos casos em outros segmentos da saúde que pacientes se submetem a situações inacreditáveis em busca de resultados estéticos e acabam colocando suas vidas em risco, com casos amplamente divulgados na mídia.

Mas as lesões têm atingido milhares de pessoas que, por não terem um profissional registrado para explicar, nem vão saber o motivo pelo qual elas ocorreram, e muito menos como as evitarem. Outros passam a ter uma rotina limitada em detrimento dos excessos e movimentos erroneamente cometidos. E ainda há aqueles que morrem, sem a verificação do que ocorreu e a quem se deve julgar.


Sensibilizar a população sobre essa escolha e busca dos nossos Profissionais faz parte dos nossos desafios. Mas que a cada dia que passa, diminuímos a distância para alcançarmos esse êxito.

Parabenizamos os Profissionais de Educação Física do DF pelas conquistas do nosso segmento e pelos sorrisos e vitórias de nossos alunos.


Conheça os 20 principais impactos da regulamentação

1 - Defesa da Sociedade nos serviços prestados em atividade física e desporto;

2 - Garantia do registro profissional como condição para o exercício profissional em escolas, academias, clubes, hospitais, entre outros;

3 - Orientação e fiscalização permanentes;

4 - Restrição do exercício ilegal da profissão;

5 - Crescimento e desenvolvimento da profissão;

6 - Valorização da Profissão;

7 - Crescimento na oferta de cursos superiores;

8 - Reconhecimento e regulamentação de especialidades profissionais;

9 - Aumento de empregos e vagas de trabalho para Profissionais de Educação Física;

10 - Inserção do Profissional de Educação Física nos programas de prevenção de doenças crônicas não transmissíveis;

11 - Segurança jurídica e administrativa;

12 - Parceria com órgão de defesa do consumidor, Ministério Público, Vigilância Sanitária, Anvisa, Procon Estaduais e Municipais, entre outros, formando uma rede de proteção social;

13 - Criação de leis que reconhecem a importância do Profissional de Educação Física;

14 - Conquistas jurídicas e impedimento de criação de leis que prejudiquem a profissão;

15 - Presença da Educação Física em organismos públicos de representação social e profissional;

16 - Participação do Sistema CONFEF/CREFs nos processos de avaliação de cursos de graduação (MEC);

17 - Participação do Sistema CONFEF/CREFs nas discussões de Políticas Públicas da Educação, da Saúde e do Esporte;

18 - Parcerias com entidades desportivas;

19 - Participação efetiva do Sistema CONFEF/CREF’s no Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde (FCFAS);

20 - Reconhecimento do Profissional de Educação Física pela sociedade, mídia e governo;

Quer saber mais sobre a nossa trajetória? Conheça a campanha desenvolvida pelo CONFEF.

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